
A políciua ainda está a procura de outros suspeitos
A Polícia iniciou nas primeiras horas desta quinta-feira (29), uma mega-operação com objetivo de desarticular um grupo de extermínio que estaria atuando no Cariri paraibano, e seria responsável pela maioria dos últimos assassinatos realizados na região. Equipes do GOE – Grupo de Operações Especiais de João Pessoa, além de equipes das Delegacias Regionais de Campina Grande e Monteiro, estão trabalhando no caso.
O principal suspeito de comandar o grupo é um homem identificado apenas como ‘Galego da Vela’, proprietério da fábrica de velas São Sebastião, que já foi preso em sua residência, localizada no sítio Poço do Mulungu, zona sul da divisa dos municípios de Juazeirinho e Soledade.
Ainda de acordo com a Polícia, a casa do acusado é apelidada como ‘fortaleza’, pois tem muros de mais de 2 metros de altura, e possuía seguranças fortemente armados, com o intuito de intimidar inimigos e os próprios policiais.
Em entrevista, o superintendente Antônio Werniaud revelou que estão sendo cumpridos 6 mandados de prisão e ainda 12 de busca e apreensão na região polarizada pelo município de Juazeirinho.
Até o fechamento desta matéria, já haviam sido apreendidas pistolas e fuzis, além de muita munição.
Entre os crimes praticados pelo grupo, em um deles ficou comprovado que o mandante foi o ‘Galego da Vela’.
O crime ocorreu ano passado no município de São João do Cariri. Os delegados do município de Monteiro que estão participando da operação são: Tatiana Matos, Paulo ênio, Rodrigo Monteiro e Bruno.
Após ser sequestrado no ano passado, o empresário Galego da Vela contratou diversos seguranças e passou a ameaçar até os vizinhos. Inclusive, um rapaz conhecido como Natal fora preso.
Além disso, Galego mandou desviar até a principal estrada da região que passava em frente a sua casa.
Na cidade de Juazeirinho, cerca de 10 supostos policiais fortemente armados, comandados por uma mulher, invadiram duas residências a noite no conjunto porfessor Luiz Gonzaga Burity e aterrorizaram as famílias.
Uma mulher foi espancada com golpes de tamboretes, ficou com trauma e abandonou sua casa e foi morar em outra cidade.
Naquela época, segundo depoimento de Del Morais e Alexandre, que tiveram suas casas invadidas, os supostos policiais só perguntavam "cadê o dinheiro que vocês pegaram do "Galego da Vela"?.
Eles acusaram o empresário de ter sido o mentor da 'visita' indesejada dos policiais de araque. Pouco tempo depois, vários deles foram presos
Da redação - Helenolima
com Vitrine do Cariri
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